O jovem Clodoaldo era pescador, como seu pai, no arraial do Cairu, lugar de nome lindo perto de Salvador: Cairu de salinas das Margaridas.
Com tábuas de caixote construiu seu primeiro violão. E conseguiu mais dinheiro tocando para turistas do que manejando redes e remos. Largou o mar, ficou com o violão. Parece sina: morreu como se tivesse tocando mas para turistas, gente que ouve, da um dinheiro, esquece e vai embora para sempre. Porque nós, brasileiros, nunca aplaudimos Codó o tanto que ele merecia, com aquele seu jeito diferente e “errado” de mexer nas cordas do violão.
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